O primeiro comercial da Barbie

A boneca mais famosa do mundo surgiu por causa da americana Ruth Handler, que via sua filha Barbara brincando com bonecas de papel que trocavam de roupa e tinham feições adulta.

Ruth Handler com suas Barbies

Na época (1956), a maioria das bonecas possuíam aparência de bebês; e percebendo esta lacuna no mercado, Handler sugeriu a ideia de uma boneca com feições adulta a seu marido Elliot, co-fundador da empresa de brinquedos Mattel, mas ele não ficou muito estusiasmado com a ideia, nem os diretores da Mattel.

Na mesma época, durante uma viagem à Europa, dona Ruth conheceu uma boneca alemã chamada  Bild Lilli, e então a Barbie surgiu, à princípio como uma cópia da boneca Lilli.

O lançamento oficial da Barbie, ocorreu em 09 de março de 1959, na Feira Anual de Brinquedos de Nova York, mas não teve sucesso. O donos continuaram apostando em sua ideia e concentraram todas  suas economias para produzirem e veicularem o primeiro comercial da Barbie, sendo vendida a 3 doláres. E então o sucesso aconteceu!

A Barbie atualmente é um brinquedo desejado por crianças, adultos e colecionadores. Possui diversas variações de cores e formatos de cabelo, acessórios intermináveis e tudo isso sem perder o tão conhecido estilo de “boneca magra”. Ela ultrapassa o limite de ser apenas uma boneca de plástico, ganhou status e virou ícone da moda.

O mais interessante dessa história toda, é a lição que podemos tirar, ou seja, uma grande ideia que surgiu de algo muito simples presenciado no cotidiano. Por isso, nunca descarte uma ideia que você julga ser pequena ou simples demais, porque de alguma forma ela poderá se tornar ou auxiliar outra ideia a ser grande um dia.

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Carros elétricos: Nissan X Renault

Dois filmes idênticos feitos para divulgarem seus modelos de carros elétricos.

Quem teve a ideia primeiro?

Nissan LEAF

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Renault Electric Life

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Independente de qual das duas marcas pensou primeiro, o importante é saber que existem profissionais comprometidos com o futuro, que buscam soluções e ideias pensando de forma sutentável. Espero que esses carros de “energia limpa” troquem de lugar o quanto antes com os atuais “modelos poluentes”. O meio ambiente agradece!

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Até que ponto uma propaganda comparativa gera valor ao produto?

O marketing de algumas marcas brasileiras tem ousado bastante na criação de peças provocativas. Elas provocam porque exibem a marca concorrente em situação vexatória, ridicularizada.

Essas campanhas também conhecidas por “propagandas comparativas” são comuns em praticamente todos os mercados do mundo. Um exemplo clássico é o “combate” entre Coca-Cola X Pepsi (e vice-versa) que está disponível em uma série de vídeos espalhados pela internet. São provocações que entraram para a história da propaganda. Eu inclusive já postei aqui a que achei mais criativa.

E o que leva uma marca a aprovar uma propaganda comparativa aqui no Brasil, sabendo que o CONAR (Conselho de Auto-regulamentação Publicitária) poderá barrar a veiculação caso o anunciante falte com a ética, o que não é muito difícil de acontecer. Afinal, como expor a marca concorrente sem gerar qualquer constrangimento? É algo improvável.

O exemplo mais recente de propaganda comparativa e que está gerando polêmica é este comercial da Nissan do Brasil, intitulada “Rappers 2011” cujo vídeo aponta a economia de quase R$ 3 mil reais em relação à concorrência.

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“Tema da revista Exame do mês passado, a tal “estratégia agressiva” é responsável por duplicar o número de vendas e visita às lojas da marca.”

Isso significa que o target que está comprando Nissan se identificou com tal estratégia?

Além deste, tem mais um comercial da série “provocativa” da Nissan Brasil, assinada pela agência Lew, Lara\TBWA e que achei extremamente engraçado porque faz comparação entre Nissan Frontier e suas rivais Volks e Toyota. É o vídeo “Agroboys” com seus “Maroque” e “Railuque” respectivamente.

Já nos EUA, o comercial do Ford Fiesta mostra um Nissan Versa (Tiida) num desafio que não é tão agressivo quanto o da Nissan do Brasil, mas segue a mesma linha: usar um produto do concorrente para exaltar o seu.

Vale lembrar que o investimento em campanhas desse tipo é altíssimo, e o risco de ser barrado é idem.  E foi o que aconteceu com o comercial do Nissan Tiida que usava um Ford Focus para dizer que estão cobrando o preço de carro 1.8 num modelo 1.6. Foi barrado pelo CONAR.

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E então, propaganda comparativa gera valor para o produto? Esse tipo de estratégia é válido?

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Depois do Rebolation, vêm o Assolation

Isso mesmo!

A música que “faz rebolar”, contagiou até as esponjas de aço Assolan em seu novo comercial.

Ao som do hit mais cantado de 2010, a animação fica por conta do mascote da marca e agora em companhia das “assoletes”.

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